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11/05/2012
01/05/2012
Paródias paradas (II): Operários do Brasil
Eu trabalho
Tu trabalhas
Ele trabalha
Nós trabalhamos
Vós trabalhais
Eles não
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| Operários , Tarcila do Amaral |
28/04/2012
Ricardo Thadeu no "Laboratório de Poéticas"
O artigo a seguir foi
publicado no mais recente número da revista Laboratório de Poéticas.
ALGUNS POETAS DA BAHIA
Por: JIVM
A
poesia não para. Sua energia está em constante renovação. Sua força circula
sempre com intensidade por todas as partes. E que bom que é assim! Que bom que
existem aqueles que conseguem captar e sentir e viver a incandescência da arte
poética!
No
Estado da Bahia, de todos os santos e de todos os demônios, a poesia ganha
novos matizes com a chegada dos jovens vates que se incorporam à tradição ou
que, de alguma maneira, se contrapõem ao legado deixado por Gregório de Matos e
Guerra, Castro Alves e Sosígenes Costa.
Muitas
são os poetas que se apresentam e que possuem brilho próprio. Mas como
precisava fazer um recorte de novas vozes da poesia produzida na Bahia, optei
por apresentar alguns dos que estão em duas coletâneas organizadas por mim e
três que poderiam também constar nestes trabalhos, mas que por motivos vários
ficaram ausentes.
Da
coletânea Sangue Novo – 21 poetas baianos do século XXI (2011), vieram Janara
Soares, Lidiane Nunes, Ricardo Thadeu e Vitor Nascimento Sá, novíssimas vozes
que já demonstram o vigor e a perdição dos assinalados pela Musa. A estes pode
se juntar Emmanuel Mirdad com sua pegada underground.
Do
Concerto lírico a quinze vozes (2004), destaquei Elizeu Moreira Paranaguá e
Sandro Ornellas, nomes reconhecidos nos meios literários da Bahia. Sandro
Ornellas foi um dos vencedores do prêmio Braskem da Fundação Casa de Jorge
Amado, com o livro Simulações (1998). Paranaguá, poeta oriundo do Circulo de
Estudos Pensamento e Ação (CEPA), coordenador de importantes projetos na velha
São Salvador e autor do livro O fogo do invisível (2006).
Para
completar o time, dois poetas vencedores do prêmio do Banco Capital, Cleberton
Santos e Livia Natália, autores de Lucidez silenciosa (2005) e Água negra
(2011), respectivamente.
Acredito
que, a partir da leitura de alguns poemas destes nove poetas, o leitor poderá
ter uma noção da poesia que é feita na Bahia e que circula pelo mundo afora,
visto que seus textos circulam com frequência pela internet e, portanto, são
acessíveis a qualquer pessoa. A Bahia deu régua e compasso a estes poetas, que
por sua vez inventaram as suas próprias geometrias e geografias.
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| Capa e artigo |
19/04/2012
No prelo
A antologia poesia.com, organizada por Lohan Lage Pignone, reúne alguns dos melhores poemas do 1º Concurso de Poesia do blogue Autores S/A, dentre eles, Errata, poema que escrevi para o TOP 9 do certame:
leia-se:
soda cáustica.
Onde se lê práxis,
inutilidade; unisex coliseo,
29/03/2012
Jogo da memória
I.
Juan Pablo joga xadrez por correspondência
Gêmeos com ascendente em sagitário
Quatro quadras e uma sena-de-quina
Menina romena com déficit de atenção
Bola oito, caçapa dois
Boi nelore é arrematado num leilão
Ás de ouro, dois de paus, dez de espada
Estrada de Santos e Roberto Carlos
II.
Juan Pablo com ascendente em menina
Sena-de-quina por correspondência
Quatro quadras romenas em sagitário
Gêmeos com déficit de atenção
Caçapa dois arrematada em Santos
Estrada de Roberto de espada
Ás de nelore, dois de ouro, bola dez
Leilão de dois paus de bois Carlos
III.
Juan Boi na estrada de Santos
Menina de Roberto ascendente espada
Déficit de quadras num leilão de quina
Gêmeas romenas correspondem arrematadas
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